15 de maio de 2006

Missão Impossível - J.J. Abrams


Esse filme desapareça da sua mente em menos de 5 minutos depois do final... Pronto, já era...Como os outros dois filmes da série e outros tantos filmes de ação. Já há muito tempo não tenho paciência para esse tipo de filme. Mas a maioria das pessoas gosta, fazer o quê. Missão Impossível é um dos seus representantes mais ilustres. Mas como das outras vezes, me peguei assistindo a um filme caro e luxuoso, mas sem conteúdo. Um filme que tem muita ação, mas não tem emoção. Saí do cinema com aquela sensação de ter sido enganado de novo.
Fui assistir entusiasmado, pois o filme é o primeiro de J.J. Abrams no cinema, depois de se tornar o novo Midas da televisão americana com o sucesso de séries como Alias e principalmente o maravilhoso Lost.

Se há coisas legais no filme, é a sua semelhança com as séries de Abrams, como na cena do resuscitamento de Ethan Hunt (Tom Cruise), que lembra muito um episodio de Lost em que Charles é ressuscitado. Também é linda a cena do casamento de surpresa de Ethan com sua amada. Alias, são nas cenas caseiras que o filme mostra fôlego. Acho que J.J. Abrams ainda fará (tem tempo e prestigio para isso) um grande filme quando abraçar o melodrama. Ele tem o dom para isso.

Um personagem que tem no filme, John Musgrave (Billy Crudup), reflete o que acho do filme. Personagem estranho e mal construído para um ator que gosto muito. Sem contar o vilão do filme Owen Davian, vivido pelo magistral Philip S. Hoffman, tão mal aproveitado.

Muita gente gosta dessa ação toda, que para mim é sem eira nem beira, tudo muito oco. Mas para mim, podiam se preocupar um pouco mais com uma história mais crível.

9 comentários:

  1. É, estou sem coragem pra ver. Mas o primeiro é muito bom, Beto.

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  2. É, estou sem coragem pra ver. Mas o primeiro é muito bom, Beto.

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  3. vc sabe bem o que penso dessa obsessão com história. ação louca não é necessariamente ruim, mas nesse filme ficou ruim. eu estava vibrando porque achava que o Cruise ia ficar mais tempo com a máscara do Hoffman. tolo, eu. imagina se o astro ia topar algo assim...

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  4. Eu bem sei, Sérgio que tens razão. Não é obsessão com a história apenas.É aquilo tudo que nos é mostrado fazer ter um minimo de coerência.Não entendo, por exemplo como o personagem de Crudup(chefe de Cruise no filme, morre de forma tão besta, para um agente do calibre dele. E o vilão sempre cercado de seguranças e forte esquema, fica sozinho numa luta corpo a corpo numa casinha merreca no final.Fora outras cenas que não se colam. Posso te dar um outro filme de ação que adoro que é True Lies, este sim.

    Tobey, mesmo sabendo que não vou gostar, acabo assistindo, pois cinéfilo é assim mesmo.

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  5. sim, concordo. só forcei porque história só importa quando se dá importância a ela, coisa que 99% dos filmes comerciais fazem.

    mas tem o 1% que está cagando e andando pra regras de verossimilhança. ex: o excelente Panteras Detonando

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  6. Mas faz uma coisa legal. Panteras Detonando subiu no meu conceito, quando assisti na TV a pouco tempo atrás.O filme tem humor e é desencanado.Não é metido à sério, nem quer passar mensagem nenhuma, a não ser divertir.Ele deixa claro isso.
    Continua a não ser meu tipo de filme preferido. Mas faz bem o que se propoe. Assim como o exemplo que dei: True Lies.

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